Desconfiada, a vítima foi até o banco e descobriu que transações haviam sido realizadas sem autorização
Dois idosos, um de 64 e outro de 69, foram vítimas de golpes aplicados por criminosos que usaram nomes de instituições conhecidas nesta segunda-feira (11/5), e que somados, os prejuízos passam de R$ 42 mil.
Conforme o boletim de ocorrência registrado pelo idoso de 69 anos, ele perdeu quase R$ 30 mil após receber mensagens pelo WhatsApp de um homem que se passou pelo gerente do banco onde ele possui conta.
O perfil utilizado pelo criminoso tinha a foto da instituição bancária, o que ajudou a convencer a vítima. Durante a conversa, o golpista afirmou que havia detectado movimentações suspeitas e tentativas de acesso à conta bancária do idoso.
Assustado, o homem seguiu as orientações passadas pelo suposto gerente que pediu para ele acessar o aplicativo bancário e realizar alguns procedimentos para “bloquear” as movimentações. No entanto, pouco tempo depois, a vítima perdeu acesso ao aplicativo da conta e ao procurar a agência, descobriu que havia caído em um golpe.
De acordo com o boletim de ocorrência, foram realizadas três transferências bancárias: uma de R$ 9.998, outra de R$ 7 mil e uma terceira de R$ 13 mil, totalizando R$ 29.998 de prejuízo.
Já o segundo caso aconteceu com uma mulher de 64 anos, moradora do BNH 4º Plano que perdeu R$ 12.628 após ser enganada por um criminoso que se apresentou como funcionário de um hospital particular conveniado de Dourados.
Consta no registro policial que a vítima recebeu mensagem no WhatsApp com a foto do hospital e na conversa o golpista informou que ela teria direito a um ressarcimento referente a uma cobrança indevida feita pela unidade de saúde.
Para supostamente liberar a devolução do dinheiro, o criminoso orientou a mulher a acessar o aplicativo bancário e seguir uma série de procedimentos, momento em que ela percebeu que o aplicativo deixou de funcionar e não conseguiu mais entrar na conta.
Desconfiada, a vítima foi até o banco e descobriu que transações haviam sido realizadas sem autorização, causando prejuízo de R$ 12.628.
Os dois casos foram registrados na PC (Polícia Civil) de Dourados e deverão ser investigados.